Atacante tenta se manter tranquilo durante a má fase do Fla e avisa: 'Não vou passar por dois, três, toda hora'
Rafinha, por sinal, procura não dimensionar o quanto vale. Na base da brincadeira, foi perguntado o que faria se ganhasse R$ 130 milhões hoje. O jovem conta que não saberia como usar a bolada. Diz que a única coisa que conseguiria pensar seria em ajudar a mãe. No mais, ficaria difícil até decidir.
- Tem hora que até esqueço desse valor. Tenho que me ligar mais dentro do campo. Essa parte fora nem me ligo muito, não. Não sei o que faria com esse dinheiro. Não tenho em mãos. Primeiramente ajudaria minha mãe, mas não sei o que faria com o resto - explicou Rafinha, que não corre o "risco" de ganhar R$ 130 milhões em caso de negociação, mas sim um percentual deste valor.
O jogador, de 19 anos, reconhece que ele e a equipe caíram de rendimento. Depois da queda na semifinal do primeiro turno, Rafinha ouviu do técnico Dorival Júnior que teria de se reinventar. A velocidade e o drible passaram a não ser suficientes para superar os marcadores.
- Tenho driblado normalmente. No jogo passado driblei. Só que vem um marcador e sempre fica um na sobra. Não vou passar por dois, três, toda hora. Tem que alternar o estilo de jogo para confundir a marcação. Já sabia que uma hora não jogaríamos bem, que as críticas viriam. Normal. Vai ganhar, vai perder, mas temos de saber lidar.
Rafinha diz que está tranquilo e que a pressão que tem passado o acompanha desde a base.
- Tenho minha cabeça no lugar. Na Taça Guanabara, a bola entrava toda hora. Agora a bola não está entrando. Uma hora vai voltar ao normal.
A cabeça da joia rubro-negra anda em dia. Não só na consciência para lidar com as dificuldades, mas também com o visual. Na última semana, Rafinha voltou a usar o moicano que já lhe rendeu comparações com Neymar.
- Voltei para dar uma variada. Estava há bastante tempo com o cabelo baixinho. Estava sentindo falta de dar uma espetada nele (gargalhadas).
Rafinha diz que está tranquilo e que a pressão que tem passado o acompanha desde a base.
- Tenho minha cabeça no lugar. Na Taça Guanabara, a bola entrava toda hora. Agora a bola não está entrando. Uma hora vai voltar ao normal.
A cabeça da joia rubro-negra anda em dia. Não só na consciência para lidar com as dificuldades, mas também com o visual. Na última semana, Rafinha voltou a usar o moicano que já lhe rendeu comparações com Neymar.
- Voltei para dar uma variada. Estava há bastante tempo com o cabelo baixinho. Estava sentindo falta de dar uma espetada nele (gargalhadas).
Informação do Portal Globo Esporte!